Insights: Tudo mudou, e elas também.

Não é de hoje que todos nós sabemos que as mulheres mudaram. E mudaram muito. Há mais de um século, a fase de mulheres submissas ficou para trás. Foi depois da Segunda Guerra, quando a população de homens andava escassa e o hemisfério norte precisava ser reconstruído, que elas foram convocadas para sair do lar e entrar no mercado de trabalho. Entre 1976 a 2007, mais de 30 milhões de mulheres entraram no mercado de trabalho no nosso Brasil varonil.
mulherHoje, é super comum ver mulheres que cuidam das suas famílias e são completamente auto suficientes. Hoje o acesso aos estudos, cultura, trabalho, reconhecimento está bem diferente do que na época da minha bisavó. Na época dela mulher ficava em casa cuidando dos filhos e da casa, e pronto. Hoje já na minha geração, estudar, trabalhar, conquistar coisas é algo tão comum, que chega a ser quase que uma “obrigação”. Cada vez mais, as mulheres, conseguem cuidar da própria vida, sem depender de marido. Com a carteira gordinha casar só se for por amor. E é bem isso que tem acontecido, elas (e eles) têm passado muito mais tempo solteiras. Os novos 20 anos são aos 30 anos! (Que beleza!)
Com mais dinheiro no bolso e menos vontade de se casar, as mulheres ficaram também mais seletivas na hora de buscar um parceiro. A escolha criteriosa elevou também a expectativa de beleza física  assunto que antes preocupavam somente os homens (Segundo a Universidade York, no Canadá). A lista de atributos desejáveis não para de crescer. E com motivos, pela primeira vez, elas também estudam mais do que eles em todos os níveis.

Mas, ironia da vida (ou não), com tantas mulheres “boas” disponíveis (educadas, com bons empregos, se cuidando melhor, independentes), os homens, em vez de amarrar o seus burros na sombra, resolveram cair na farra. Para assumir um relacionamento sério, só se valer muito a pena (Falei disso por aqui) – senão é melhor aproveitar a oferta abundante de mulheres de qualidade. E hoje elas são maioria esmagadora no nosso país, exitem 1,2 milhão de mulheres A MAIS do que homens entre os 20 a 45 anos. Essa desigualdade reflete no comportamento masculino. Sabemos que a nossa origem biológica  quase sempre, fala mais forte. E nessa visão, o macho tende copular com o maior numero de fêmeas possíveis para manter seus genes quase que eternos. E as fêmeas escolherem os melhores parceiros para a procriação.

Felizmente, não nos relacionamos somente de impulsos biológicos  Uma pesquisa feita por psicólogos da Universidade do Texas analisou um grupo de 10 mil pessoas de 36 culturas diferentes. E notaram uma tendencia: quando há uma diferença numérica muito grande entre os sexos, o gênero menos populoso começa a ditar as relações.

piriE nesse comportamento masculino, é claro que a mulherada não ia ficar de fora e ver o seu pobre coração ser despedaçado com “uma noite”. A piriguete, talvez, seja uma forma de demonstrar ao nosso público masculino que também podemos ser como eles e, cair na gandaia! Essa nova versão de mulher é bem recente, mas já é conhecida (e reconhecida) facilmente por qualquer um. Com tantos homens tomando a atitude de ter todas ao mesmo tempo a mulher, como já possui o trabalho, o estudo, a independência  também quem sabe poderia ter o lado “mulherengo” que habita nos nossos amados homens. Podemos observar que muitas mulheres hoje usam algo como “pego, mas não me apego”, algo que há alguns anos atrás seria usado exclusivamente por homens – e escondido – no jogo de futebol, na cervejada. Temos aqui um novo comportamento feminino, e mais uma vez, mulheres dominam alguns pontos, que antes, eram característicos dos homens.

Bom, nasce ai um comportamento novo feminino, e um novo comportamento masculino. Os resultados dessa nova forma de se relacionar, só vamos conseguir analisar daqui alguns anos. Mas é importante analisar que quando falamos de relacionamentos e de transformação da cultura de uma nação, não podemos deixar de lado alguns costumes saudáveis e claro, os sentimentos. 

E ai, qual será a próxima transformação das mulheres e dos homens?

(Fonte de dados estatísticos: Revista Super Interessante)

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