Insights: Sobre o Grunge!

Não, não vou me desculpar pelo abandono que causei aqui!

Irei simplesmente ignorar e seguir em frente como uma boa garota durona que sou, aliais, este é o tema que vamos falar hoje, ou não.

Ao chegar no meu último ano de psicologia, me deparei com algo temeroso: TCC! E nada melhor do que falar de algo que mexe com o seu coraçãozinho, e o meu pulsa por Seattle! 

IMG_2933Fui infectada pelo bichinho do Grunge aos 16 anos e desde então é isso, uma garota grunge. Mas o que dizer disto?

Talvez não seja somente um movimento musical que começou no final dos anos 80 e inicio dos anos 90, onde eu ainda era uma pivetinha que curtia muito a  Xuxa Angélica.
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Insight: É proibido sofrer!

Após 1 ano sem postar, eis que surge como o vento silencioso das montanhas, o motivo? Falta de tempo!

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Mas e você com isso? Pois é, é ai que está o tema deste insight.

Não que a indiferença das pessoas ao sofrimento alheio seja uma novidade e eu consiga me surpreender. Mas o nível e as vertentes que isso chegou, ah isso sim é motivo de um insight. Continuar lendo

Insight: Critique, também está na moda.

Muitas coisas hoje em dia parecem que estão na moda. (leia mais aqui). Não estou falando de roupas, sapatos, maquiagens e derivados, mas sim de alguns comportamentos. E a pergunta é: Será mesmo bom fazer o que está na moda?

crítica E o complicado, é que estamos sempre prontos para reproduzir algo (leia aqui ó), e talvez, por este motivo, quando olhamos a maioria das pessoas realizando algum comportamento pensamos: “Vou fazer também!”. É como em um show de qualquer estilo musical, se todos pulam, oras… vou pular também! Uhul!  E as críticas não estão muito longe desse exemplo escroto do show, quando nos deparamos com algo que já está sendo bombardeado por críticas, parece que os dedos começam a coçar para entrar em ação também!
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Insights: Tudo mudou, e elas também.

Não é de hoje que todos nós sabemos que as mulheres mudaram. E mudaram muito. Há mais de um século, a fase de mulheres submissas ficou para trás. Foi depois da Segunda Guerra, quando a população de homens andava escassa e o hemisfério norte precisava ser reconstruído, que elas foram convocadas para sair do lar e entrar no mercado de trabalho. Entre 1976 a 2007, mais de 30 milhões de mulheres entraram no mercado de trabalho no nosso Brasil varonil.
mulherHoje, é super comum ver mulheres que cuidam das suas famílias e são completamente auto suficientes. Hoje o acesso aos estudos, cultura, trabalho, reconhecimento está bem diferente do que na época da minha bisavó. Na época dela mulher ficava em casa cuidando dos filhos e da casa, e pronto. Hoje já na minha geração, estudar, trabalhar, conquistar coisas é algo tão comum, que chega a ser quase que uma “obrigação”. Cada vez mais, as mulheres, conseguem cuidar da própria vida, sem depender de marido. Com a carteira gordinha casar só se for por amor. E é bem isso que tem acontecido, elas (e eles) têm passado muito mais tempo solteiras. Os novos 20 anos são aos 30 anos! (Que beleza!)
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Insights: Programados para copiar e colar.

Você já se perguntou como podemos mudar uma nação? O que efetivamente pode mudar o futuro de um país? Acredito que todos nós temos essas questões e diversas respostas. Mas será que sabemos responder essa questão de verdade

educaoPois é, o conhecimento é como uma arma. Ele liberta e dá ao povo o total controle de seu governo e país. Mas isso parece mais um assunto chato de politica, né? Não, não é. Isso é o que você foi ensinado a pensar. Isso e mais um quilhão de coisas.

Quando nascemos, a nossa primeira sociedade é a nossa família  Ela que irá nos ensinar como comer, nos vestir, praticar a higiene pessoal, falar, andar. Irá nos dar uma noção básica de como se comportar em diversos ambientes e claro, a boa educação. A nossa segunda sociedade é a escola. O nosso primeiro dia na pré escola. Quem lembra? Tão traumático para os pais, e tão feliz para as crianças que encontram pessoinhas do mesmo tamanho! Amigos! Hora de brincar com os amiguinhos. E já estamos em duas sociedades, com tão pouca idade.
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Insight: Reclame, tá na moda.

Um exercício que eu venho tentando praticar é apenas de observar. Limpar a mente e ouvir, ver, e observar. Com isso tenho notado, ou quem sabe, só fui perceber agora, a quantidade de reclamações que vamos espalhando por ai.

Uma-verdade-mundial-As-pessoas-vivem-reclamando-da-vida-Mais-nunca-fazem-nada-para-muda-laReclamamos do tempo, dos amigos, do trabalho, do transito (esse não tem jeito), da família, dos relacionamentos, dos preços, das coisas, das pessoas, do nosso corpo, da roupa, do sapato, da internet, da música, do vizinho, do colega de trabalho, do chefe, dos programas de TV, dos filmes, da poluição, da moda, do cabelo (esse fica para as mulheres), do país, do mundo!  Continuar lendo

Insights: Namorar ou não namorar?

Opa! Já estamos em 2013 e muita coisa mudou nesses anos de humanidade! Inclusive os relacionamentos e a forma que as coisas funcionam. Sim, falando especificamente da nossa cultura brasileira, pra ser mais especifica, talvez, paulistana. Não vou generalizar mundialmente, pois sabemos que temos muitas culturas e respeitamos isso!

namoro ficar Ainda me lembro quando surgiu essa coisa de “ficar” (talvez não muito). Mas lembro da reação dos pais e das reportagens que apareciam no Fantástico explicando essa “onda jovem”, era engraçado ver a reação das pessoas de outras gerações diante da esmagadora transformação de relacionamentos. Pois é! Estamos em 2013 e hoje em dia a coisa mais normal do mundo é ficar com alguém. Isso é bacana, conhecemos pessoas, nos relacionamos, beijamos, curtimos (ai a coisa do carnaval, né?). Sair “de balada” e “pegar” alguém! Isso é mais comum do que arroz e feijão na nossa cultura. E é até bom, pois você pode conhecer as pessoas, ter a “amostra grátis de namoro”, e não ter que casar porque pegou na mão, como antigamente.
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